Uma forma prática de me desenvolver intelectualmente, aprendendo cada vez mais e dividindo com as pessoas tudo isso.
A idéia é ouvir a novos álbuns, assistir novos filmes, e dividir tudo isso com vocês.
Nada do que é dito aqui é verdade absoluta, porém, é autêntico, com opiniões pessoais, e principalmente, feitas com o coração.
Magnata (Paulo Vilhena) é um astro do rock que ganhou muito dinheiro com a carreira, mas que na verdade financia suas extravagâncias com o dinheiro deixado de herança por seu pai. Imaturo e deslumbrado com o sucesso, Magnata vê sua vida mudar após conhecer Dri (Rosanne Holland), por quem se apaixona. Mas no mesmo dia em que isto acontece Magnata comete o maior erro de sua vida, o que faz com que seus sonhos se tornem verdadeiros pesadelos.
O vocalista do Charlie Brown Jr. , vulgo Chorão passou 2006 inteiro e uma parte de 2005 falando sobre esse filme. Parecia ser algo interessantíssimo. Longe disso. Realmente o "Magnata"(Paulo Vilhena) é louco, mas 2 homens roubarem uma Ferrari na concessionária, que possui apenas 1 vigia, é um pouco sem nexo.
O filme não poderia ser mais clichê. Fui inocente ao esperar algo de bom do filme, pois o intelecto de Chorão nunca foi dos mais privilegiados.
O que salva o filme é a atuação de Marcelo Nova, e a quantidade de mulheres semi-nuas.
Não recomendo esse filme nem pros meus piores inimigos.
Álbum dos Titãs de 1984. Excelente por sinal. Ontem, me deparei com minha irmã assistindo ao documentário sobre a banda, dirigido pelo integrante da banda Branco Mello. A Titãs é uma banda que eu sempre gostei, mas que não sei o motivo, mas estava esquecida na minha biblioteca. Lembrei ter esse LP e resolvi escutar. Creio eu que esse é o CD com mais hits. Músicas fantásticas que estouraram em todo o país como "Sonífera Ilha", "Marvin", "Go Back", "Querem meu sangue", "Toda Cor". Tudo muito bem feito, e a banda na época tinha quase o dobro de integrantes que possui hoje. Uma música que eu não conhecia, ou não me lembrava, mas que achei ótima, é "Seu interesse". É nítida a influência de reggae sobre a banda, mas essa influência foi diminuindo com o passar dos anos, para pelo menos minha tristeza.
Na linha de This is England, o filme que estreou recentemente entre nós e que já alguns meses tinhamos recomendado. Surge agora este Awaydays. Baseado no livro de Kevin Sampson, que retratava fielmente a cena Casual, que surgiu no final dos anos 80 em Inglaterra. Neste novissimo Awaydays, um grupo de amigos reune-se á volta de futebol, roupa desportiva, música, copos e alguma porrada com grupos rivais. Enfim, estavamos nos anos 80, Margaret Tatcher governava com a sua mão de ferro e os jovens tinham-se de entreter com alguma coisa. Vivia-se muito na rua e nela havia códigos próprios que surgiam diariamente entre os jovens ingleses. O punk ardeu rápido, o mod revival já era e o Casual nascia nesse preciso momento, inspirado nas viagens dos apoiantes/supporters ás competições europeus de futebol das equipas inglesas que traziam para as ilhas o último grito das marcas desportivas italianas e do norte da europa.A trilha sonora fica por conta de Joy Division, The Cure e demais bandas pós-punk.
Empolgue-se com a sinopse. Apenas. Odiei o filme. Prometia uma história interessante, cheia de adrenalina e emoção, assim como em "Hooligans"(Lexi Alexander) e"This is England"(Shane Meadows), mas só mostrou uma história chata, de um pseudo-romance-platônico-homossexual-junkie que transformou o protagonista Carty em um imbecil por nunca perceber que seu amigo Elvis estava apaixonado por ele. Isso leva uma boa parte da história, e poderia até salvar o filme, mas acho que o cineasta não soube aproveitar dessa situação pra fazer algo interessante. Acho que optou pela pior alternativa para o "futuro do casal". Brigas feias, sem nexo, onde 50 monstros corriam de meia dúzia de magrelos e um senhor de meia idade. Gosto de ler sobre um filme antes de assisti-lo, e como na sinopse falava que o filme era sobre os "Casual boys"(leia sobre no link), eu esperava partidas de futebol, amor pelo futebol e brigas com algum sentido. Mas assistindo ao filme, mal dá pra saber pra que time o nosso protagonista Carty sósia de Alex Kapranos torcia. A trilha sonora é toda pós-punk. Tem seus momentos bons no filme, mas não é nada emocionante ver pessoas se espancando ao som de Joy Division. Contém várias cenas de sexo, a ponto de me levar a pensar que Carty usa feromônio ao invés de perfume, já que é feio, sem graça e sem presença, mas consegue atrair uma infinidade de mulheres, mesmo sendo um cara totalmente sem graça(Não sei se era o objetivo do ator, mas se era, conseguiu). Não vale a pena ficar falando tanto sobre esse filme. Querem ver bons filmes sobre Hooligans? Assista Hooligans 1000 vezes, mas evitem esse filme. Não valeu um minuto do download.
Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.
Uma comédia diferente de tudo o que já vi. Não que eu tenha visto muita coisa, mas nem por isso deixa de ser. Conheço muito pouco sobre o cinema francês, mas estou decidido a pesquisar mais depois de ver essa obra genial. Humor inteligente, nada escrachado, circula basicamente em volta da inocencia de Amelie (Audrey Tautou) e dos hábitos estranhos das pessoas, mas me arrisco a dizer que são coisas normais de encontrarmos em nosso cotidiano. Coisas como hipocondríacos, pessoas lerdas, pessoas impacientes e mal-educadas, mal amados, e coisas do tipo. Antes de assistir ao filme, eu li uma sinopse mais resumida, que fez parecer que o filme era apenas a busca de Amelie por Dominique. Durante o filme, quando os dois se encontraram, eu achei que estava proximo do fim, até lembrar que estava curto demais em relação ao tamanho do arquivo e seu formato (rmvb), daí percebi que ainda tinha muito filme pela frente, e achei ótimo, pois o filme se torna ainda melhor. Amelie é de uma delicadeza, de uma pureza, que me impressiona, e cativa à todos. Assistam!
Laurel Aitken, o padrinho do ska, um músico genial que eu descobri essa semana, vendo o documentário "Skinhead Attitude". Realmente faz ótimas canções, são bem animadas, ideais para "agitar", como dizem no filme. Esse álbum não é tão animado quanto eu esperava, vi mais como reggae do que como ska. Ainda não conheço muito sobre o estilo, por isso escrevo essa resenha tão curta. Mas espero que ouçam, e pesquisem sobre o assunto, para que possamos escrever coisas mais elaboradas sobre esse estilo que me fascinou, o ska.
Finalmente acabei de ler essa maravilhosa trilogia. Eu nunca havia lido nada de Bernard Cornwell, mas agora me considero um grande fã. Quero ler tudo, até bilhetes que ele tenha deixado para a avó. Já devo ter visto filmes, ouvido histórias ou lido livros com várias versões sobre a história do Grande Rei Artur. Mas essa sem dúvidas é a melhor, e digo isso conhecendo muito bem "As Brumas de Avalon". Cada livro tem mais ou menos 530 páginas, mas é bem fácil de ler. Aliás, é bem difícil não ler, já que o livro faz suas emoções oscilarem incrívelmente, além de te prender num calabouço genial que é o século V. Muitas guerras, onde você se sente um guerreiro em uma parede de escudos, estocando com a lança, e protegendo seu companheiro com seu escudo. Cuspindo no adversário, insultando-o, e sentindo o cheiro de hidromel. Hidromel, sábia palavra. Nunca provei, mas os guerreiros bebiam tanto, que parece que você conhece a bebida à anos. Você encontrará "As Crônicas de Artur" em livrarias, como um romance americano. Sim, é um ótimo romance, mas nem um pouco "água com açúcar". É bem intenso, mas não o considero um romance. O considero apenas indispensável. Trata de tudo!Tudo! Me interesso bastante por coisas esotéricas, e a parte mágica do livro é maravilhosa. Não tem como não admirar o cérebro de Merlin, o coração de Artur, a coragem de Derfel, a lealdade de Sagramor, entre vários outros personagens FANTÁSTICOS. Sem dúvidas, esses são uns dos melhores livros que já li em minha vida.
Documentário sobre Arnaldo Baptista, fundador dos Mutantes e um dos grandes ícones da música brasileira. Imagens históricas revelam a trajetória do artista desde a infância, o surgimento dos Mutantes, o casamento com Rita Lee, a separação, o fim da banda, a depressão que o levou a uma tentativa de suicídio e a um profundo coma, sua carreira solo e o reencontro com a paz. Com depoimentos do artista, familiares e amigos, como Tom Zé, Lobão, Nelson Motta, Gilberto Gil, Sergio Dias, Dinho Leme, Zélia Duncan, Liminha e Rogério Duprat, além de Kurt Cobain, Sean Lennon e Devendra Banhart.
Genial. É a única palavra que consegue descrever esse documentário. Eu já estava ficando preocupado, com o fato de não ter visto até hoje um documentário tão premiado, sobre um ídolo, que fundou uma das minhas bandas favoritas.
Após ver o filme, concordei de vez que Arnaldo já não tem tantas sequelas do acidente.
É apenas a idade, com sua alma de criança, gestos demais, uma mente brilhante, e um pequeno defeito na fala (por culpa do acidente).
Vale a pena ver, abrange diversos temas além da música, como drogas e suas consequencias.
É um ótimo filme pra quem quer parar com drogas.
E o melhor filme que existe, pra quem quer conhecer o brasileiro mais genial de todos os tempos.